Notícias

Mulheres que já precisaram usar o seguro dizem o quanto ele é importante

Agora em março, considerado um mês dedicado às mulheres, ouvimos seguradas que já passaram pela experiência de ter e não ter um seguro num momento de imprevisto.

Da Redação

É comum as pessoas dizerem que compram seguro para não usar. Mas aqui entra também o ditado de que uma pessoa prevenida vale por duas. As frases se confundem na sua essência, mas uma coisa é certa: quem tem seguro e já precisou usar sabe que isso faz uma enorme diferença.

Agora em março, considerado um mês dedicado às mulheres, ouvimos seguradas que já passaram pela experiência de ter e não ter um seguro num momento de imprevisto.

Marilis Fernanda Gabardo teve uma série de problemas durante uma viagem a Natal, no Rio Grande do Norte. Teve parte da bagagem extraviada no aeroporto e também dores de cabeça depois que uma de suas malas foi aberta e pertences sumirem.

Quando isso ocorreu, não tinha contratado um seguro viagem, que cobriria os prejuízos. “A gente pensa em cortar despesas daqui e dali e acabei não fazendo”, conta. Mas depois desse episódio, mudou de ideia. Agora sempre leva o seguro na bagagem.

Fernanda, como gosta de ser chamada, também enfrentou dissabores quando um motorista bateu em seu carro. Ela não tinha seguro à época e nem ele. Os problemas se arrastaram por cerca de três meses, pois o condutor do carro não tinha sequer habilitação. 

Depois disso, quando contratou o seguro com o corretor Germano Lenz, da Glenz Corretora de Seguros, de Curitiba, teve um problema com vidros do seu automóvel. “Aí tudo foi mais fácil”, lembra. Para Fernanda, que trabalha na área de organização de eventos - formaturas de estudantes do ensino médio e técnico - ter seguro é essencial.

A advogada Flávia Hellen Taffarel sentiu a importância de estar segurada quando, numa viagem de férias, para o litoral do Paraná, em janeiro do ano passado, teve problemas com seu carro, que parou de funcionar. “Foi tudo muito simples e rápido. Liguei para minha corretora, que logo providenciou tudo”, lembra.

O guincho trouxe o carro até Curitiba, onde mora, e a família voltou de táxi, quando as férias terminaram. “No momento do imprevisto a gente fica nervosa, não acha o cartão da seguradora, mas tendo à mão o telefone da corretora tudo é facilitado”.

Segundo Flávia, que fez seu seguro com Sirlei Morandini, da Morandini Seguros, também de Curitiba, se não tivesse a apólice “seria um desastre”, principalmente porque estavam de férias. “Quando se compra um carro tem que incluir na conta o seguro, pois não dá para ficar sem”.

A enfermeira Simone dos Santos, que também é professora e, aos finais de semana se transforma em confeiteira, já precisou utilizar o seguro várias vezes. Moradora de Cascavel, na região Oeste do Paraná, já usou o residencial, depois que um vendaval causou estragos em sua casa. 

Em outra oportunidade acionou o seguro do carro, que teve perda total após um acidente. E, mais recentemente, depois de sofrer uma queda no hospital onde trabalha, usou o seguro de Diária de Incapacidade Temporária (DIT), que paga o salário do profissional por um determinado tempo, previsto em apólice, afastado do trabalho. 

Simone, que é segurada da Jurandir Leite da Silva Corretora de Seguros, diz ser uma pessoa consciente da necessidade do seguro. “É uma garantia a mais que temos, se um imprevisto acontecer”, afirma. E, como se viu, eles acontecem mesmo. E não só com os outros, mas com a gente também!

Marilis Fernanda Gabardo.

Flávia Hellen Taffarel.

Simone dos Santos.