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Aumento de casos de Covid faz condomínios investirem em biossegurança

Para o coordenador da Cipa Síndica, Bruno Gouveia, esse é um tema que deve, cada vez mais, ocupar a agenda dos síndicos.

Da Redação

O aumento de casos de Covid nas últimas semanas, fez com que muitos condomínios adotassem sistemas de biossegurança como forma de trazer maior segurança à saúde dos moradores. 

Alguns administradores têm buscado o credenciamento junto à Comissão Técnica de Biossegurança (CNTBio), como forma de adquirir o certificado de Qualidade em Biossegurança. 

Para o coordenador da Cipa Síndica, Bruno Gouveia, esse é um tema que deve, cada vez mais, ocupar a agenda dos síndicos. “Com esse aumento de casos, muitos condomínios voltaram a adotar medidas preventivas. Trata-se de um conjunto de normas que tem por objetivo controlar os riscos de proliferação de uma doença em ambiente coletivo”, explica Gouveia.

O coordenador da Cipa afirma que a certificação pelo CNTBio, mesmo não sendo exigida nas regras condominiais, é um importante aliado na contenção na proliferação de doenças. “O certificado ajuda a manter as normas sanitárias sempre em dia, garantindo a segurança dos moradores, funcionários e visitantes”, ressalta Gouveia.

Para ele, o momento é propício para que os síndicos aprendam a aplicar as regras de biossegurança, mantendo os condomínios bem longe de vírus e bactérias. “Essas medidas estabelecidas durante a pandemia vieram para ficar. Precisamos basear nossas ações em normas que tragam maior eficiência no controle sanitário dentro nos condomínios”, resume Gouveia.

 

São Paulo volta a obrigar uso de máscaras contra covid-19 em instituições públicas

Instituições públicas no estado de São Paulo voltaram a exigir o uso de máscaras nos ambientes internos de suas dependências para evitar a disseminação e contágio da covid-19.

Entre os órgãos que voltaram a obrigar o uso do artefato estão o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), o Tribunal Regional Federal (TRF) da 3º Região, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) e a Câmara dos Vereadores de São Paulo.

E, entre as instituições públicas de ensino, a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) também mantiveram o uso obrigatório das máscaras nos ambientes internos dos campi ou em aglomerações. 

“Em razão do aumento do número de casos de covid-19, o TRE-SP editou a Portaria 151/2022, que determina o uso obrigatório de máscara nas dependências da secretaria, dos cartórios eleitorais e postos de atendimento, como forma de prevenção ao contágio da doença”, diz texto de comunicado do TRE-SP, divulgado esta semana.

Na Câmara Municipal de São Paulo, o uso é obrigatório para servidores e vereadores.