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Corretor ajuda durante o processo do seguro da sua bike

Procure auxílio de um profissional especializado no assunto

Da Redação
A corretora Sirlei Morandini pode lhe orientar sobre o seguro para sua bike.

A corretora Sirlei Morandini pode lhe orientar sobre o seguro para sua bike.

As seguradoras que comercializam o seguro de bike ofertam o produto totalmente on-line, ou seja, é possível fazer diretamente pelo site da empresa. Mas o recomendável é que o interessado consulte sempre um corretor, pois este é um tipo de seguro que possui muitas peculiaridades. 

“Se o segurado, por exemplo, responder ao questionário de risco de forma incorreta, por falta de informação ou orientação, ou por não entender alguns termos, pode ter dor-de-cabeça no caso de um sinistro. Então é melhor ter o acompanhamento de um corretor”, diz Sirlei Morandini, proprietária da Morandini Corretora de Seguros.

Sirlei, que tem sua corretora no bairro Água Verde, em Curitiba, diz que, diferente do seguro de automóvel, não há variação de preço para seguro de bike para homens e mulheres. “Eles custam a mesma coisa, para ambos os sexos”, diz.

A corretora explica que, em caso de furto ou roubo, a seguradora leva de 10 a 30 dias para ressarcir o segurado, desde que apresente todas as documentações exigidas. “Quanto mais rápido apresentar, mais rápido receberá”, acrescenta.

O jornalista Rodrigo Arend teve sua bicicleta “de estimação” roubada em julho do bicicletário do prédio em que mora, no bairro Alto da XV, em Curitiba. Estava com ela há mais de 10 anos. “Era uma bicicleta antiga, uma relíquia”, avalia.

Arend a utilizava para ir ao trabalho, no Centro Cívico, distante cerca de três quilômetros. A ideia agora é comprar outra bike. A que foi roubada não tinha seguro. “Nem sabia que era possível fazer seguro de bicicleta”, diz, observando que “se valer à pena” poderá fazer da nova. 

O ciclista Tiago Haib, professor de Educação Física, acredita que fazer seguro da magrela vale à pena. Ele tem uma bike de competição, que vale um bom preço no mercado. “Às vezes roubam e vendem a preço de banana. Então é preciso ter seguro, estar precavido, caso isso ocorra”, diz.